Primeiro encontro. Ele foi busca-la em casa e foram para um barzinho. Estava muito calor (Rio de Janeiro, Dezembro). Beliscaram umas coisinhas e resolveram beber. Chopp e Smirnoff Ice. Beberam o suficiente para se soltar e as línguas se amarravam mais a cada beijo. Resolveram dar uma volta para esfriar a cabeça. Conversaram muito, riram um bocado. E ali mesmo, na frente de todo mundo, começaram a se agarrar. Em pé, na calçada. Ele a envolvia com as mãos pelo pescoço, puxando o corpo dela contra o seu. Ela agarrava as costas dele com força, subindo e descendo com as mãos.
- Não estou me agüentando!
Foram para o carro. E ali, sentados lado a lado recomeçaram o amasso fantástico. Beijos no pescoço, mãos nos seios, carícias. Ele abriu a calça, ela fingiu não ter percebido. Estava cada vez mais quente. Ela tirou a blusa e imediatamente sentiu o calor da língua dele ao redor de seu seio. Ele lambia com vontade, chupava, beijava. Ela estava delirando. Ele estava se masturbando enquanto cuidava dos seios dela. E ela resolveu lhe dar mais atenção.
Foi colocando a mão devagar em cima da mão dele para que ele parasse de se mexer e lhe entregasse seu pau. Quando ele retirou a mão ela ficou confusa, pensando que ele tivesse deixado um dedo. Abriu os olhos
Não estou conseguindo me encontrar aqui. Está escuro, calor e acho que o tesão está me atrapalhando. Cadê a concentração? Isso é um dedo? Cadê o pau dele? Achei mesmo que ele estivesse se masturbando. Ele abriu mesmo a calça? É, ele abriu a calça. Então essa coisa... essa coisa minúscula é o pau dele? Que que eu faço com isso? Será que está mole? Não é possível. Aperta, vê se lateja. Latejou, ele está até soltando “água”. Caralho, eu não posso acreditar que ISSO seja o pau desse homem tão grande e forte. Concentra, respira. Não ri. Não ri. NÃO RI!
- Do que está rindo?
- Nada, desculpe. Estou um pouco nervosa. Estamos no carro, e se aparecer alguém?
- Quer ir pra outro lugar?
- Ok.
E no caminho ela continuou a pensar....
Como fui me meter nessa? Que eu faço agora? Estamos indo para o Motel, pelo que pude perceber. Puta que pariu. Como eu vou dar para um pau tão pequeno? Será que vou sentir alguma coisa? Sentir alguma coisa é o de menos, será que vou sentir o pau dele? Preciso me concentrar pra não rir. Mas é tão pequeno. Como pode existir um pau adulto tão pequeno! Meninos nascem com pau maior que isso!
Chegaram. Ele a levou para um Motel bacana. Suíte. Hidromassagem, sauna, cama redonda, espelho no teto, espelho na frente, espelho atrás e espelho do lado.
Pelo menos isso. Com um pau desse tamanho tem mais é que arrumar um quarto bem bacana, preciso me distrair com alguma coisa. Preciso parar de pensar nisso. Como vou me excitar se continuar concentrada no tamanho do pau dele? Ou melhor, como vou me excitar se continuar concentrada no tamanho que o pau dele não tem?
Ele a pegou com carinho, a levou para a cama. Quando ela sentou ele lhe deu um beijo demorado, gostoso. Com carinho foi tirando a roupa toda dela, devagar. Tirava aqui, beijava ali. Quando ela percebeu estava molhada de prazer. E ele continuava, devagar e sempre. Beijos, carinhos, arranhões, língua. Ela já estava com dor de tanto tesão, suplicando para que ele não parasse.
- Vem. Preciso de você.
- Ainda não, quero te sentir com minha boca.
E assim ele continuou a deliciosa tortura sexual. Ela conseguiu pensar em outras coisas e quando ele meteu ela sentiu. SENTIU!
Não é possível, ele deve estar usando uma prótese. Só pode. Enchimento de camisinha, alguma coisa assim.
Foi um sexo gostoso, delicioso. Ele a olhava nos olhos e alternava o rítmo. Ela já tinha gozado e repetiu a dose. Ele era forte, gostoso. Ele rebolava dentro dela. Quando ele gozou ela teve que analisar. E na camisinha só tinha o gozo. Então ela realmente entendeu que tamanho não é (mesmo) documento. Ele soube fazer. Ele é bom nisso. Ele é muito bom nisso.
Até hoje ela sente falta daquele mínimo pau. E do dono dele.
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