sábado, 17 de abril de 2010
Os Seminovos - Ela é otaku
Se resolvo usar uma bandana
Ela não encana, nem acha gay
Ela apóia e acha até bacana
No fim de semana eu ser cosplay
Ela joga no meu time
Passa a noite ao meu lado
Baixando e vendo anime
Em japonês legendado
Ela é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
Nos amamos no primeiro dia
Notei que a guria era diferente
Quando vi que ela já sabia
Que mangá se lia de trás pra frente
Eu sou tão sortudo
Ela é tudo o que sonhei
E o melhor de tudo:
Minha gata é nissei!
E é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
É delicada como um bonsai...
Mas na cama é hentai
Ela é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
(Música e letra: Maurício Ricardo/ Produção e arranjos: Neto Castanheira)
Os Seminovos são: Neto Fog (voz), Maurício Ricardo (baixo, voz), Neto Castanheira (guitarras, produção), Tchana (guitarra base, voz), Alex Mororó (bateria).
Ela não encana, nem acha gay
Ela apóia e acha até bacana
No fim de semana eu ser cosplay
Ela joga no meu time
Passa a noite ao meu lado
Baixando e vendo anime
Em japonês legendado
Ela é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
Nos amamos no primeiro dia
Notei que a guria era diferente
Quando vi que ela já sabia
Que mangá se lia de trás pra frente
Eu sou tão sortudo
Ela é tudo o que sonhei
E o melhor de tudo:
Minha gata é nissei!
E é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
É delicada como um bonsai...
Mas na cama é hentai
Ela é otaku!
(Otaku)
Ela é otaku!
(Otaku)
(Música e letra: Maurício Ricardo/ Produção e arranjos: Neto Castanheira)
Os Seminovos são: Neto Fog (voz), Maurício Ricardo (baixo, voz), Neto Castanheira (guitarras, produção), Tchana (guitarra base, voz), Alex Mororó (bateria).
Significado de otaku...
Otaku (em japonês: おたく, Otaku? lit. seu lar) é um termo usado no Japão para designar um fã por um determinado assunto, qualquer que seja. No imaginário japonês, a maioria dos otakus são indivíduos que se atiram de forma obsessiva a um hobby qualquer. No ocidente, a palavra é utilizada como uma gíria para rotular fãs de animes e mangás em geral, em uma clara mudança de sentido em relação ao idioma de origem do termo. Muitos membros da comunidade acham o termo ofensivo por não concordarem com a distorção de sentido do mesmo e se recusam a ser chamados assim. O termo é normalmente utilizado apenas dentro da comunidade de fãs de animês e mangás e de falantes do idioma japonês, sendo portanto desconhecido para o grande público.
___________________________________________________________________________________
Com o tempo, surgiram diferentes "grupos" de otaku, que se identificavam de acordo com seus interesses em comum. Algumas delas são:
Pode-se associar os otaku aos hikikomori quando a obsessão por um determinado tema atinge o seu ápice, culminando no isolamento do indivíduo em relação àquilo que não tem relações com o tema em questão e gerando os problemas psicológicos que caracterizam um hikikomori.
No ocidente, uma palavra com um sentido próximo seria maníaco ou fanático. As palavras maniakku ou mania (do inglês maniac) também são usadas do mesmo modo para pessoas que tem muito interesse, mas de uma forma mais amena e saudável: anime maniakku, gēmu mania, etc. Este uso seria equivalente à palavra fã no ocidente.
Mesmo que em muitos países o termo otaku seja usado como sinônimo para fã de animês e mangás, em muitos lugares ainda se utiliza o seu significado original, como por exemplo, na Austrália. É necessário certa cautela quanto ao uso do termo, pois a multiplicidade de sentidos que ela possui pode gerar conflitos desnecessários.
Porém, a popularização do termo, e em certa medida até mesmo dos animês e dos mangás no país se deu graças a primeira revista especializada de animes e mangás no Brasil — a Animax. Em tal revista utilizou-se provavelmente pela primeira vez a palavra otaku no mercado editorial brasileiro para agrupar pessoas com uma preferência por animação e quadrinhos japoneses. Como pôde ser percebido mais tarde, o significado original do termo e a visão pouco favorável que a sociedade japonesa tinha dos otaku não foi citada: o termo fora citado na Animax como sendo somente um rótulo utilizado por fãs de animês e mangás no Japão, e este foi o estopim da grande polêmica.
A omissão de explicações precisas sobre o termo e a posterior popularização de seu sentido já distorcido teve repercussões logo de início: fãs de animês mais velhos e membros da comunidade japonesa que conheciam o sentido original do termo otaku antes da popularização do mesmo foram os primeiros a protestar contra a popularização da distorção do significado da palavra, sendo prontamente rotulados de antiotakus, por supostamente "transformar o termo em algo pejorativo". As discussões sobre o termo dentro da comunidade de fãs de animês se iniciaram, sendo esta a primeira possível polarização aceitável como tal dentro da comunidade: muitos membros se denominavam como "fãs de animês" em tentativa de escapar do rótulo de otaku, por saberem do significado pejorativo que a palavra carrega e admitirem tal significado como o correto; enquanto outra parte se denomina prontamente como otaku e prega que não há sentido pejorativo na palavra.
As discussões continuam até o momento presente, em locais que vão desde fóruns especializados em animês e mangás a comunidades no Orkut, mostrando ainda um traço de polarização em relação ao termo e nenhuma conclusão em definitivo sobre o mesmo. Nos últimos anos, porém, é cada vez mais comum ver programas através dos meios de comunicação utilizando a palavra otaku em seu sentido alterado, posto que a grande maioria não conhece a história do termo, e são justamente estes que recebem mais atenção da mídia.
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No Japão
A palavra otaku em japonês é, originalmente, um tratamento respeitoso na segunda pessoa (em japonês: お宅, ? lit. seu lar). O humorista e cronista Akio Nakamori observou que a palavra era muito utilizada entre fãs de animês e a popularizou por volta de 1989, quando a utilizou em um de seus livros. Este livro, M no jidai descrevia um assassino em série que se descobriu ser obcecado por animês e mangás pornográficos, e que recriava as histórias estuprando jovens garotas. A história foi inspirada em um assassino real, Tsutomu Miyazaki. Na época, criou-se um grande tabu em volta do termo e ele passou a ser usado de forma pejorativa para designar qualquer indivíduo que se torna obcecado demais em relação a um determinado assunto.Com o tempo, surgiram diferentes "grupos" de otaku, que se identificavam de acordo com seus interesses em comum. Algumas delas são:
- anime otaku (animação japonesa)
- manga otaku (histórias em quadrinhos)
- pasokon otaku (computadores)
- gēmu otaku (videogames)
- tetsudō otaku (miniaturas, como trens de brinquedo)
- gunji otaku (armas e coisas militares)
- auto otaku ou jidosha otaku (carros, em especial os kei-jidosha e demais modelos destinados ao mercado interno japonês)]
- dattebayo otaku (wels e coisas estranhas)No Brasil, se proliferou o dattebayonismo, espécie de otaku especializado no seriado Naruto, inspirado nas ações de seu idealizador, Welington Z. As reuniões dos aficcionados, geralmente fantasiados, também levam em conta a fidelidade a aparência física e sobretudo a linguagem própria do seriado japonês exibido pela TV Tokyo.
Pode-se associar os otaku aos hikikomori quando a obsessão por um determinado tema atinge o seu ápice, culminando no isolamento do indivíduo em relação àquilo que não tem relações com o tema em questão e gerando os problemas psicológicos que caracterizam um hikikomori.
No ocidente, uma palavra com um sentido próximo seria maníaco ou fanático. As palavras maniakku ou mania (do inglês maniac) também são usadas do mesmo modo para pessoas que tem muito interesse, mas de uma forma mais amena e saudável: anime maniakku, gēmu mania, etc. Este uso seria equivalente à palavra fã no ocidente.
No Ocidente
Nos Estados Unidos, o termo chegou em 1992 com o animê Otaku no Video (uma mistura de animê e documentário que mostrava a vida dos vários tipos de fanáticos em animação na época) e foi difundido pela revista informativa Animerica como um termo para identificar indivíduos fanáticos como aqueles retratados na animação supracitada. Assim como ocorreu com os trekkers, os otaku foram considerados uma subdivisão da subcultura nerd e o termo passou a ser usado de forma pejorativa, designando aqueles que são totalmente fanáticos por um elemento dessa subcultura — no caso, animação e quadrinhos japoneses. O termo foi se popularizando conforme os animês se popularizaram, e graças à Internet, o termo se espalhou pelo mundo, e pouco a pouco seu sentido foi modificado conforme se espalhava.Mesmo que em muitos países o termo otaku seja usado como sinônimo para fã de animês e mangás, em muitos lugares ainda se utiliza o seu significado original, como por exemplo, na Austrália. É necessário certa cautela quanto ao uso do termo, pois a multiplicidade de sentidos que ela possui pode gerar conflitos desnecessários.
No Brasil
Este termo foi primeiramente introduzido no Brasil provavelmente pelos membros da colônia japonesa existente no país, mas ficou restrito às colônias e ao seu sentido original (o tratamento respeitoso na segunda pessoa, literalmente sua casa ou sua família). Porém, o sentido mais novo foi introduzido na época da "explosão" de dekasseguis, ocorrida no final da década de 80, quando o termo já havia adquirido seu sentido pejorativo e o fluxo de dekasseguis do Brasil para o Japão se intensificou.Porém, a popularização do termo, e em certa medida até mesmo dos animês e dos mangás no país se deu graças a primeira revista especializada de animes e mangás no Brasil — a Animax. Em tal revista utilizou-se provavelmente pela primeira vez a palavra otaku no mercado editorial brasileiro para agrupar pessoas com uma preferência por animação e quadrinhos japoneses. Como pôde ser percebido mais tarde, o significado original do termo e a visão pouco favorável que a sociedade japonesa tinha dos otaku não foi citada: o termo fora citado na Animax como sendo somente um rótulo utilizado por fãs de animês e mangás no Japão, e este foi o estopim da grande polêmica.
A omissão de explicações precisas sobre o termo e a posterior popularização de seu sentido já distorcido teve repercussões logo de início: fãs de animês mais velhos e membros da comunidade japonesa que conheciam o sentido original do termo otaku antes da popularização do mesmo foram os primeiros a protestar contra a popularização da distorção do significado da palavra, sendo prontamente rotulados de antiotakus, por supostamente "transformar o termo em algo pejorativo". As discussões sobre o termo dentro da comunidade de fãs de animês se iniciaram, sendo esta a primeira possível polarização aceitável como tal dentro da comunidade: muitos membros se denominavam como "fãs de animês" em tentativa de escapar do rótulo de otaku, por saberem do significado pejorativo que a palavra carrega e admitirem tal significado como o correto; enquanto outra parte se denomina prontamente como otaku e prega que não há sentido pejorativo na palavra.
As discussões continuam até o momento presente, em locais que vão desde fóruns especializados em animês e mangás a comunidades no Orkut, mostrando ainda um traço de polarização em relação ao termo e nenhuma conclusão em definitivo sobre o mesmo. Nos últimos anos, porém, é cada vez mais comum ver programas através dos meios de comunicação utilizando a palavra otaku em seu sentido alterado, posto que a grande maioria não conhece a história do termo, e são justamente estes que recebem mais atenção da mídia.
todos os otakus deveriam saber
Os 10 mandamentos dos OTAKUS:
1. Amar aos Animes sobre todas as coisas.
2. Não ver Animes em vão.
3. Guardar domingos para ver Anime.
4. Honrar Mangá e Anime.
5. Não destruirá Mangás.
6. Não pecar contra Hentaís.
7. Não roubar outro Otaku.
8. Não xingar outro Otaku de Baka.
9. Não desejar a mulher do próximo Otaku.
10. Não cobiçar os Mangás alheios
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1. Amar aos Animes sobre todas as coisas.
2. Não ver Animes em vão.
3. Guardar domingos para ver Anime.
4. Honrar Mangá e Anime.
5. Não destruirá Mangás.
6. Não pecar contra Hentaís.
7. Não roubar outro Otaku.
8. Não xingar outro Otaku de Baka.
9. Não desejar a mulher do próximo Otaku.
10. Não cobiçar os Mangás alheios
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
coisas de Otaku...
────────Otaku────────
1.Otaku não chora por novela ... Chora por Anime.
2.Otaku não ri ... Tem um ataque de risos.
3.Otaku não come ... Otaku's devoram.
4.Otaku não gosta de Shoyu ... Otaku ama Shoyu.
5.Otaku não dorme ... Otaku viaja pensando em Anime.
6.Otaku não desenha ... Otaku ensina como se faz.
7.Otaku não assiste Anime ... Eleva seu cosmo e gruda no PC.
8.Otaku não morre ... Vira Shinigami.
9.Otaku não possui agenda ... Tem Death Note.
10.Otaku não cresce ... Otaku Digivolve.
11.Otaku não acha bichinhos fofinhos ... Acham Mokonas fofinhos.
12.Otaku não toma Mupy ... Seca a indústria.
13.Otaku não tem animal de estimação ... Tem Pokémon.
14.Otaku não dança ... Faz Pump It Up no Expert.
15.Otaku não briga ... Aperta X O Z...
16.Otaku não fala I Love You ... Fala Aishiteru :3
17.Otaku não joga ... Fica completamente viciado.
18.Otaku não vai para o céu ... Vai para Soul Society.
19.Otaku não estuda ... Usa sharingam para colar nas provas.
20.Otaku não vai para escola ... Manda um bushin e fica feliz.
21.Otaku não reza antes de comer ... Grita Itadakimasu !!
22.Otaku não come macarrão ... Come Ramen !
23.Otaku não usa ferramenta ... Usa alquímia.
24.Otaku não estuda ... Treina Jutsus.
25.Otaku não tem tamagochi ... Tem Digimon.
26.Otaku não é ninja ... Sempre será Shinobi.
27.Otaku não diz "Oi" ... Otaku grita Yoooo !!
28.Otaku não dirige carro ... Pilota Gundam.
29.Otaku não brinca de bolinha de gude ... Faz guerra de pokébolas.
30.Otaku não joga buraco ... Joga Yu-Gi-Oh !
31.Otaku não presta vestibular... Presta Chuunin Shiken.
32.Otaku não dá soco ... Dá Raduken !
33.Otaku não abre livro ... Desenrola pergaminho.
34.Otaku não tem professor ... Tem Sensei.
35.Otaku não joga Par ou Ímpar ... Joga Janken Pô !
36.Otaku não fica mais velho ... Otaku sobe de nível.
37.Otaku pevertido não morre ... Vira Ero Senin !
38.Otaku não nasce ... É desenhado como mangá antes.
39.Otaku não bebe cerveja ... Bebe Sakê!
40.Mulheres Otaku's não tem TPM ... Tem um desequílibrio de energia.
41.Otaku não é diferente ... Os outros que são iguais demais.
42.Otaku é diferente ... Pois lê livros de trás pra frente .
43.Otaku não começa com "o" ... Começa com "O" .
44.Otaku não vira policial ... Vira um membro da Anbu.
45.Otaku não precisa de raio X ... Tem Byakugan.
46.Otaku com olhos vermelhos não está drogado ... Está apenas com Sharingam ativado.
47.Quando perguntam : Por quê você é Otaku ? Você responde : Por quê este é meu jeito ninja...
48.Otaku não vai em igreja ... Vai ao templo.
49.A única religião do Otaku ... É Evangelion.
50.Otaku não precisa ver quem chegou ... Sente a presença.
51.Otaku não faz Cover ... Faz Cosplay.
52.Otaku não é mais um no mundo ... É o primeiro de muitos xD.
53.Otaku não lê revistas ... Lê Mangás.
54.Otaku não joga peão ... Lança a Beyblade.
55.Otaku não leva um tapa de uma mulher na cara ... Toma um combo de 100 Hits.
56.Otaku não contrata bandidos ... Escreve o nome no Death Note.
57.Devemos reverenciar a Jesus o primeiro Otaku da historia, pois ele foi o primiero a concentrar chakra em seus pés e andar sobre as águas.
58.Otaku não fala sozinho ... É que Shinigamis são invísiveis.
2.Otaku não ri ... Tem um ataque de risos.
3.Otaku não come ... Otaku's devoram.
4.Otaku não gosta de Shoyu ... Otaku ama Shoyu.
5.Otaku não dorme ... Otaku viaja pensando em Anime.
6.Otaku não desenha ... Otaku ensina como se faz.
7.Otaku não assiste Anime ... Eleva seu cosmo e gruda no PC.
8.Otaku não morre ... Vira Shinigami.
9.Otaku não possui agenda ... Tem Death Note.
10.Otaku não cresce ... Otaku Digivolve.
11.Otaku não acha bichinhos fofinhos ... Acham Mokonas fofinhos.
12.Otaku não toma Mupy ... Seca a indústria.
13.Otaku não tem animal de estimação ... Tem Pokémon.
14.Otaku não dança ... Faz Pump It Up no Expert.
15.Otaku não briga ... Aperta X O Z...
16.Otaku não fala I Love You ... Fala Aishiteru :3
17.Otaku não joga ... Fica completamente viciado.
18.Otaku não vai para o céu ... Vai para Soul Society.
19.Otaku não estuda ... Usa sharingam para colar nas provas.
20.Otaku não vai para escola ... Manda um bushin e fica feliz.
21.Otaku não reza antes de comer ... Grita Itadakimasu !!
22.Otaku não come macarrão ... Come Ramen !
23.Otaku não usa ferramenta ... Usa alquímia.
24.Otaku não estuda ... Treina Jutsus.
25.Otaku não tem tamagochi ... Tem Digimon.
26.Otaku não é ninja ... Sempre será Shinobi.
27.Otaku não diz "Oi" ... Otaku grita Yoooo !!
28.Otaku não dirige carro ... Pilota Gundam.
29.Otaku não brinca de bolinha de gude ... Faz guerra de pokébolas.
30.Otaku não joga buraco ... Joga Yu-Gi-Oh !
31.Otaku não presta vestibular... Presta Chuunin Shiken.
32.Otaku não dá soco ... Dá Raduken !
33.Otaku não abre livro ... Desenrola pergaminho.
34.Otaku não tem professor ... Tem Sensei.
35.Otaku não joga Par ou Ímpar ... Joga Janken Pô !
36.Otaku não fica mais velho ... Otaku sobe de nível.
37.Otaku pevertido não morre ... Vira Ero Senin !
38.Otaku não nasce ... É desenhado como mangá antes.
39.Otaku não bebe cerveja ... Bebe Sakê!
40.Mulheres Otaku's não tem TPM ... Tem um desequílibrio de energia.
41.Otaku não é diferente ... Os outros que são iguais demais.
42.Otaku é diferente ... Pois lê livros de trás pra frente .
43.Otaku não começa com "o" ... Começa com "O" .
44.Otaku não vira policial ... Vira um membro da Anbu.
45.Otaku não precisa de raio X ... Tem Byakugan.
46.Otaku com olhos vermelhos não está drogado ... Está apenas com Sharingam ativado.
47.Quando perguntam : Por quê você é Otaku ? Você responde : Por quê este é meu jeito ninja...
48.Otaku não vai em igreja ... Vai ao templo.
49.A única religião do Otaku ... É Evangelion.
50.Otaku não precisa ver quem chegou ... Sente a presença.
51.Otaku não faz Cover ... Faz Cosplay.
52.Otaku não é mais um no mundo ... É o primeiro de muitos xD.
53.Otaku não lê revistas ... Lê Mangás.
54.Otaku não joga peão ... Lança a Beyblade.
55.Otaku não leva um tapa de uma mulher na cara ... Toma um combo de 100 Hits.
56.Otaku não contrata bandidos ... Escreve o nome no Death Note.
57.Devemos reverenciar a Jesus o primeiro Otaku da historia, pois ele foi o primiero a concentrar chakra em seus pés e andar sobre as águas.
58.Otaku não fala sozinho ... É que Shinigamis são invísiveis.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Dez coisas que você precisa saber sobre namoro na internet
Perfis falsos são corriqueiros em sites de relacionamento
Mas se você também é uma daquelas que têm os dois pés atrás quando o assunto é homem, mantenha a pose na internet. Sites de relacionamento são um prato cheio para mentiras - inocentes ou não. Para não cair em uma cilada, confira dez dicas listadas pela revista Times, que vão lhe ajudar a tirar máximo proveito do namoro virtual.
1. Não perca tempo. De acordo o jornal, um terço das pessoas que namoram na internet são casadas, então o melhor é aprender a ler as entrelinhas para não cair em uma cilada. A matéria lista ainda alguns sinais de alerta: ligações recebidas somente de celulares, principalmente em horários incomuns; recusas a dar um telefone de contato; encontros são marcadas sempre para as noites de sábado - nunca durante o dia.
2. Procure conversar ao telefone com o namorado virtual antes de se encontrar com ele pessoalmente. Um papo pode lhe mostrar muito mais do que meras trocas de e-mails.
3. Se depois de uma boa conversa ao telefone você não gostar do que ouviu, reflita se vale a pena se encontrar pessoalmente. De acordo com a publicação, o ideal seria você partir pro olho no olho apenas quando há chances de envolvimento afetivo e intelectual.
4. Fique esperta: conheça o potencial namorado o quanto antes, assim, você cria menos expectativas e projeções. E acredite, quanto maiores elas forem, maiores as chances da pessoa não ser nada do que você espera.
5. Saiba discernir entre otimismo e precaução. Enquanto você tiver razões para acreditar que seu paquera é um cara normal, fique atenta para não ser enganada: o encontre em um lugar público, conte a uma amiga aonde você vai, carregue sempre um celular e jamais aceite carona.
6. Evite marcar encontro nos seus lugares preferido. Se a relação não der certo, você corre o risco de topar com o sujeito a qualquer hora.
7. O primeiro encontro deve sempre acontecer durante o dia. Em lugares mais cheios e movimentados, você estará mais segura.
8. Durante o dia você ainda tem mais uma vantagem: consegue enxergar melhor a aparência do outro. Segundo o Times, pesquisas apontam que cerca de 33% das pessoas que namoram pela internet costumam mentir sobre seus dotes físicos. Então, por que não abusar da ajuda extra da luz do dia?
9. Uma idéia é transformar o primeiro encontro em algo menos duro e constrangedor. Saia do comum, a combinação mesa de bar, som ambiente e xícaras da café tendem a criar um ambiente tenso. Que tal, então, combinar um jogo de baralho ou ainda uma partida de mini golfe?
10. Agora, se depois de um encontro ele insiste em não retornar suas ligações, não entre "em parafuso". Provavelmente você também já fez o mesmo, ou irá fazer antes do que imagina. Segundo o jornal, a vantagem do namoro pela internet é que você tem muito mais chances de encontrar alguém. Então, pare de chorar, e recomece a procura!
Quando amar demais o outro é um problema
Em uma pequena sala nos fundos de uma igreja em São Paulo, dezenove mulheres sentadas em fileiras de cadeiras falam alternadamente sobre seus problemas no relacionamento. Em sua grande maioria, são relatos de frustrações, inseguranças e falta de companheirismo. Atrás de uma mesa coberta por uma toalha rosa, uma coordenadora cronometra os cinco minutos a que cada uma tem direto para contar sua história. As demais ouvem atentamente e lançam olhares de compreensão. Vez ou outra, uma mulher pede a palavra para contar como superou um casamento ou namoro desastrosos e servir de exemplos para as demais. É neste clima que ocorrem os encontros do Mada (Mulheres que Amam Demais Anônimas), um grupo que tem como objetivo ajudar mulheres a se livrar de relacionamentos destrutivos. "Não sei o que seria de mim sem vocês", é uma das frases mais ouvidas durante as reuniões.
Espalhado pelo mundo, o Mada chegou ao Brasil em 1994 por meio de uma mulher que prefere não se identificar e foi casada com um alcoólatra. Ela se inspirou no livro Mulheres que Amam Demais, em que a terapeuta familiar americana Robin Norwood conta sua experiência no envolvimento com um dependente químico, e decidiu seguir o conselho da autora: abriu um grupo no bairro dos Jardins, em São Paulo, para tratar da doença de amar e sofrer demais. Desde então, as reuniões ganham fôlego e ajudam pessoas como Fátima*. A comerciante de 42 anos esteve casada com um homem machista por mais de 20 anos até que terminou a união. Em um novo relacionamento há três anos, ela se vê novamente em uma posição de inferioridade, onde humilhações são constantes. "Ele me agride verbalmente, dizendo que ninguém, além dele, ficaria com uma baranga feito eu", desabafa. Segundo Fátima, ele se mostra ciumento e possessivo. "Não posso sair nem mesmo com meus netos."
Quem acompanha as reuniões percebe que elas são freqüentadas por mulheres vindas das mais diferentes classes sociais. São patricinhas descoladas, mães, solteiras e também aquelas como Fátima, que saiu de sua casa na periferia de São Paulo e pegou um ônibus para chegar à sala alugada nos fundos da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A faixa etária também é abrangente, desde uma mulher de 24 que se casou há uma década até as senhoras que já são avós.
Não conseguir colocar um ponto final em um relacionamento já desgastado e doentio é motivo de desespero de muitas mulheres. Mas outras também sofrem quando a relação termina por iniciativa do outro. "Eu fazia escândalos, não aceitava que o homem que viveu comigo por cinco anos tivesse se separado de mim e, pior, não me ligava, não tinha o menor interesse em saber como eu estava", conta Miriam*, que há três meses freqüenta o Mada de Recife, uma das quarenta reuniões semanais que ocorrem no país. "Tenho vergonha de lembrar do que fiz e sei que não estou pronta para me envolver com outro homem", analisa.
A dificuldade de voltar a se relacionar é carregada de traumas que, segundo a psicoterapeuta Suely Molitérno, acabam "contaminado as próximas relações". Por isso, é importante a ajuda especializada e, caso não seja possível pagar por uma terapia individual, as irmandades anônimas, como o Mada, podem ser a saída. "O grupo oferece um espaço para falar do problema que, além de sigilo, exige interesse do ouvinte", diz Mary Boeira da Silva, psicanalista e diretora do Instituto Wilfred Bion, de Porto Alegre. "É um espaço de identidade onde é possível viver em um mundo em 'miniatura', com pessoas que possuem dificuldades semelhantes."
Assim como o Alcoólatra Anônimo - grupo que serviu de base para o surgimento de diversos outros -, o Mada possui 12 passos de recuperação (veja link acima). Além deles, o amadrinhamento por uma mulher que já freqüenta o grupo, a literatura indicada e o anonimato são, segundo os membros da irmandade, outros instrumentos para a melhora.
Muitas vezes é difícil diferenciar uma dor passional de uma obsessão pelo ser amado. Segundo Suely Molitérno, a psiquiatria chama de Transtorno de Perda o período de 60 dias após uma perda afetiva por morte ou afastamento. Passado os dois meses, e com a permanência dos sintomas de tristeza, a psicoterapeuta aconselha a busca por apoio profissional. Para a psicóloga Marcia Corrêa, a obsessão pode ser percebida ainda antes da perda. "Deve-se prestar atenção se o ciúme é muito grande, pois esse sentimento está diretamente relacionado à baixa auto-estima", explica. A saída para esse, e todos os demais problemas de dependência, é a cartilha de bom convívio social. Faça sozinha atividades como academia, aula de canto, violão, corte-costura e programe encontros só com amigos, deixando a parceiro à vontade para fazer o mesmo. "Dar liberdade faz com que o outro fique mais próximo", diz Márcia.
Eu que amo tanto
As histórias de mulheres que sofrem por amor foram transportadas para o livro Eu Que Amo Tanto, escrito pela atriz e jornalista Marília Gabriela e publicado pela Editora Rocco. A obra é focada nas histórias de 13 mulheres que sofrem por amar demais, todas narradas em primeira pessoa. "Eu apenas lapidei, literalizei os depoimentos dessas mulheres", explicou a autora.
A vontade de escrever o livro nasceu de seu envolvimento com o fotógrafo Jordi Burch - que assina as imagens da publicação. "Queríamos falar sobre o amor e o Mada tinha ficado na minha cabeça desde a novela de Manoel Carlos (Mulheres Apaixonadas, atualmente em reprise na seção Vale a pena ver de novo, na Rede Globo)", explica. Decidido o tema sobre seu novo projeto, Marília Gabriela foi parar em uma reunião do Mada e revelou sua intenção as participantes. "No primeiro contato, 16 mulheres aceitaram participar do livro, mas três desistiram no meio do processo", diz Marília Gabriela. "As 13 restantes vieram em minha casa e a maioria consentiu em posar para as ilustrações do livro".
Segundo a jornalista, é impossível não se identificar com os depoimentos. "As mulheres muitas vezes repetem padrões. E você percebe todos os equívocos, por exemplo, a vitimização causada pelo ciúme, que é confundida com amor", esclarece. Agora, Marília Gabriela planeja se infiltrar no "lado de lá". "Quero dar voz aos homens que se permitem amar demais", conta. Segundo a jornalista, dois rapazes já se mostraram interessados em contar suas histórias, e do que depender dela, muito ainda será dito sobre a transformação do amor em relações doentias.
terça-feira, 13 de abril de 2010
As 7 coisas que uma mulher não deve fazer na cama
Lingerie é um artifício importante na hora H. Investir na cor bege nem pensar
Há alguns dias publicamos aqui no Terra uma lista dos 10 mandamentos para um homem não fazer feio na hora H (clique aqui para ler), todo baseado em sugestões de moçoilas exigentes e experimentadas para ajudar os nobres mancebos a serem inesquecíveis em seu desempenho sexual. Obviamente que uma hora a contrapartida tinha de acontecer e convidamos alguns machos de respeito para se pronunciarem no que eles odeiam que a mocinha faça nos momentos íntimos, mesmo porque os tempos são outros e prazer no sexo é uma rua de mão dupla. Ambos tem que colaborar para dar certo.
Como somos mais compreensíveis (ou será menos exigentes?), nossa lista não chegou a 10 ítens. Confira então aqui nossa seleção masculina e não se esqueça de mandar para a namorada, amazia, amante ou caso. Os dois só tem a ganhar com isso.
1. Falta de iniciativa: já se foi o tempo em que a mulher se deitava, de camisola com furos estratégicos e satisfazia o homem na perpetuação da espécie. Hoje homens odeiam as moças que nunca pedem por sexo, não provocam, deitam-se e ficam imóveis e pior, jogam nas mãos masculinas TODA a responsabilidade pelo prazer conjugal. A dança é a dois, menina, então mexa-se.
2. Total desconhecimento da anatomia do macho: como disse um dos respondentes, tem aquelas que acham que "ele" - o dito-cujo - vai atacar e morder e também aquelas que querem quebrá-lo, provavelmente num arroubo de frustração freudiana (inveja do pênis, entende?). E ainda tem o grupo que pensa que os testículos são bolas de gude e apertam de um jeito de dar dó. Nesses casos, fale para a mocinha a mesma coisa que sua mãe lhe dizia quando você era um menino levado: "se quebrar seu brinquedo, não vou comprar outro e você vai ficar sem".
3. Banho, só aos sábados: o comediante Dane Cook, em um de seus shows, tem um quadro específico sobre a higiene pessoal feminina que é de trazer lágrimas nos olhos de tão engraçado, especialmente quando fala da situação onde você desce para fazer um delicioso sexo oral e sobe parecendo um personagem do jogo Mortal Kombat, segundos antes de ser destruído. Ou seja, totalmente zonzo. Só que não é de se estranhar, quando uma boa parte dos respondentes citam isso em seus depoimentos, especialmente quando a gatinha ficou quatro horas suando numa pista de dança ou está no happy hour depois de um dia inteiro de trabalho. Assim peça para ela tomar um banho antes. Eu disse antes, porque correr para o banho logo depois, pega mal pacas.
4. Nojo do sexo oral: do mesmo jeito que as mocinhas querem boas preliminares, o homem também precisa dar uma aquecida no motor antes da corrida. Ela não querer fazer, seguramente vai deixar o cara confuso e com síndrome das três horas e meia, aquela que depois de dar a primeira no motel, olha para o relógio e pensa: "ainda tem tudo isso de tempo"?
5. Privação dos sentidos: sexo é bacana porque desperta todos os cinco sentidos, certo? Você vê, fala, ouve, cheira e toca. Quando um deles é eliminado, a coisa começa a perder a graça. Isso vale para as garotas que querem fazer totalmente no escuro. Até pode ter graça, uma vez ou outra, como brincadeirinha de Marco Polo erótica, mas o tempo todo, só vai denotar que a menina tem um tremendo problema de auto-estima ou está te escondendo alguma (provavelmente é a celulite que nós, homens, não damos a mínima). Também, nessa categoria tem aquelas que não emitem som nenhum. E aí, você não sabe se está agradando, se está bom ou ruim ou se está no lugar certo ou não. E depois ela não pode reclamar se a gente não acertou.
6. Embalagem: as mulheres reclamam dos homens com cuecas furadas ou com a famosa meia na hora H, mas o que dizer das lingeries bege? Não dá para pensar em outra coisa senão, "essa daí, ela roubou da avó". Ou ainda da fio dental minúscula em um primeiro encontro? Traz pensamentos não muito abonadores sobre a integridade moral da parceira. E mais, para coroar a noite, a lingerie vermelha comprada de baciada (tipo a dúzia é R$ 10) em uma loja popular qualquer. Tudo bem que no afã de consumar o ato, muitas vezes a gente nem presta atenção. Só que tem o depois. Por a roupa de volta.
7.Discursos inapropriados: é engraçado notar que os homens que participaram de nossa enquete reclamaram de algumas coisas que as moças falam na cama, mas cada um apontou um gênero diferente. Veja alguns deles:
a. A locutora: assim como um radialista em jogo de futebol, narra a transa inteira em detalhes.Pode até chegar a gritar "Gol!"
b. A guia: dá todas as indicações possíveis e imagináveis do como o cara tem que agir, não dando espaço para nenhuma improvisação. Tem a variante Sargento, que ao invés de dicas, grita ordens.
c. A artista pornô: solta frases dignas dos filminhos mais pesados que você já viu, impublicáveis neste local e horário.
d. A babá: conversa com o pênis como se estivesse falando com um bebê recém-nascido. E ainda dá apelidos carinhosos.
e. A falsa santa: passa a cópula explicando que não faz isso com todo mundo e só abriu o precedente para você.
f. A crítica de arte: comenta nossa performance durante ou logo após o sexo. Piora quando faz comparações com algum ex.
Como voltar ao mercado afetivo após o fim de uma longa relação
O aumento da autoestima passa também pelos novos relacionamentos
Após um longo relacionamento vem a separação. Alguns sentem um alívio, outros ficam mal por não ser esta a sua opção. Existem ainda os que entram em depressão e os que caem na noite. Seja qual for o caso, é hora de dar a volta por cima, sem a cobrança de começar um novo relacionamento, apenas dar um pouco de leveza à situação.
Para o terapeuta e escritor Sergio Savian, de São Paulo, é o momento de aproveitar para trabalhar o autoconhecimento. "Assim a pessoa desenvolve mecanismos para enfrentar melhor as perdas. É um voto de compromisso com o bem-estar, que permite que a vida continue adiante", disse ele, que oferece eventos com temas específicos, como autoestima, autoconfiança, linguagem corporal, linguagem verbal, arte da sedução, entre outros. "São oportunidades para fazer contatos e ganhar novas amizades ou quem sabe até um novo amor."
Nesse momento, outro comportamento bastante comum é a pessoa se dar conta que tem mais tempo para ela. E aí percebe que precisa melhorar o visual e a silhueta, além de sair para se divertir. "Uma mudança radical na vida, como uma separação, é o principal motivo da procura pelos serviços de personal stylist", afirmou a consultora Ana Pasternak. Segundo ela, como tudo está mudando internamente, a pessoa tem vontade de mudar também externamente para se sentir melhor. "É preciso traçar um novo caso de amor, mas agora com o espelho."
O aumento da autoestima passa também pelos novos relacionamentos. Quando se separou do marido, aos 28 anos, após oito anos de casamento, a jornalista Renata Rode, 33 anos, de São Paulo, "voltou ao mercado". "As pessoas vão para a balada para não ficar chorando em casa e também massagear o ego. Você quer provar que consegue atrair outras pessoas", disse. Segundo ela, é uma forma de se distrair, se divertir e virar a página, sim.
Isso não quer dizer que a pessoa não fique perdida no começo ou se sinta um "peixe fora d'água" quando sai à noite após um longo relacionamento. Isso porque não está mais acostumada a beber, a paquerar, a se vestir de acordo com a moda, a conversar sobre assuntos atuais. "Não encontrei literatura que me ajudasse a saber o que ia acontecer comigo a partir desse momento de ruptura", afirmou Renata, que acabou escrevendo um livro, Separado e Daí? (Parêntese Editora, 160 páginas, R$ 29), no qual conta diversas histórias de mulheres e homens que voltaram para o mercado, inclusive ela. "Falo que sou seminova, único dono e com baixa quilometragem", brinca ela, já que se casou com o primeiro namorado.
Três fases
Em suas andanças pós-separação, Renata Rodes detectou três fases. Na primeira, o recém-separado nunca fala não. Sai muito, conhece pessoas, beija e se diverte. "Massageia o ego com novas oportunidades e pretendentes." Na segunda, esse processo é crescente. "Você tem quem quiser, mas não tem ninguém. Então começa a selecionar os lugares, os amigos e os pretendentes." Na terceira e última fase, descobre que não precisa de ninguém para ser feliz. "O outro tem de ser o planeta do seu universo e não o seu universo", disse.
Após mais de dois anos de separação, ela garante que já passou da terceira fase. "Quando parei de procurar alguém, encontrei. Hoje estou noiva", afirmou Renata, que recentemente contou sua experiência numa entrevista ao Programa do Jô, da TV Globo.
Dicas
Não tem outro jeito. Após a separação, é preciso atualizar-se. "Aliás, é uma ótima oportunidade para você fazer uma reciclagem de ideias, de atitude, de roupas, de visual. Talvez você precise tirar alguns quilos, prestar mais atenção ao seu corpo", afirmou Sergio Savian.
Segundo a consultora Ana Pasternak, a maioria das mulheres muda o cabelo - corte ou cor, ou os dois juntos. Algumas fazem tratamentos estéticos e até plásticas. "Mas o importante é procurar o que há de bom em você, e todo mundo tem pontos positivos. Por exemplo, as mulheres com mais idade geralmente têm colo e ombros ótimos", disse.
A partir disso, escolha roupas que a valorizem. Isso não significa colocar aquela microssaia da filha de 15 anos porque suas pernas são bonitas. "Não é preciso sair à noite como uma 'vamp' para chamar a atenção. Há limites. A elegância passa pelo confortável: o comprimento tem limite, assim como o decote, o justo e o salto", afirmou a consultora.
Depois, ela recomenda tirar tudo do armário e rever o jeito que se veste. "Agora é outro momento e é preciso se reciclar." E, muitas vezes, nem é preciso comprar tudo novo; pode-se aproveitar o que se tem com novos jeitos de usar. "Enfim, é a hora de voltar o amor para você para depois para o outro", disse a consultora.
TEXTE. Veja se você faz o tipo 'devoradora de homens'
Veja se você faz o tipo 'devoradora de homens'
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